domingo, 22 de maio de 2011

Puente de Boyacá+Raquirá+Chiquinquirá

Pelo caminho para Villa de Leyva, parámos por alguns pontos emblemáticos.

Puente de Boyacá - uma ponte de tamanha importância para a independência da Colômbia.

 



 Raquirá, uma vila muito artesanal:
 

 


Chiquinquirá, uma vila com uma igreja ENORME e assustadora:



E ainda o fantástico e enorme fóssil de dinossauro, o único encontrado em território colombiano....


sábado, 21 de maio de 2011

Villa de Leyva

Há uns dias fui passar parte do dia a Villa de Leyva, supostamente a Vila mais típica da Colômbia com imensas casas coloniais, de fácil passeio, rodeada de montanhas/cedros com actividades culturais e desportivas dentro e fora da vila. Uma vila turística [mas 'pobre'], bonita, simpática. A ver se dá para repetir e ficar mais do que umas meras horas.























sexta-feira, 20 de maio de 2011

De manhã entro no café e a senhora ao balcão, sorridente, adivinha o croissant au beurre que já não preciso de pedir. O melhor da rue spontini. Se apanhar o RER B em Saint-Michel Notre Dame vou para o mais à direita possível, para estar mais perto da saída na Cité Universitaire. Afinal o bourgeois 16éme arrondissement tem monoprix e, faites attention, um supermercado Leader Price, com os preços mais baratos de Paris. O meu conhecimento de Paris varia na razão inversa da "disponibilidade" da minha carteira, e apesar de tudo sinto-me a cada dia mais rica. Afinal Paris não está sempre com canos rotos. A água que corre pelas bordas da estrada (tantas vezes aqui no 16éme) faz parte de uma complexa engenharia higienista da cidade. Bois de Boulogne fica para oeste e Bois de Vincennes fica para este: haussman pretendia dar seguimento à intenção de napoleão III de fazer grandes áreas de vegetação nos quatro pontos cardeais da cidade. Já apanhei o RER B a caminho do norte (Gare du Nord) e observei o outro lado de Paris - o da labuta, do suor e da resiliência que significa trabalhar n'A Cidade mas não poder viver nela por não haver capacidade financeira para tal. A ligação da linha 5 na estação da Bastille está cortada: para Place d'Italie vai dar uma granda bolta. Posso afirmar, com alguma segurança, que os parisienses são uns srs. azelhas a estacionar carros. O djibouti é um país africano perdido ao lado da eritreia, e se durante 23 anos este país permaneceu na maior obscuridade na minha linha de conhecimento, por ora é quotidiano o meu contacto com este paí, não fosse a embaixada do djibouti ser mesmo aqui à frente. paris está a passar pela primavera mais seca dos últimos tempos: en fait, as barragens estão a uma percentagem alarmante do que era suposto para esta altura (os níveis estão equivalentes a julho do ano passado, já em maio). o cenário político francês fervilha: DSK apanhado em flagrante delito/tramóia (riscar o que não interessa) e a primeira-dama Bruni nas luzes da ribalta com Woody Allen e a sua grossesse (gravidez). Os príncipes casaram-se. O governo caiu, os homens foram à Luta e a Troika chegou. O elevador já foi arranjado, o calor chegou e as flores desabrocharam.









Estou em Paris há dois meses.

:)

quarta-feira, 18 de maio de 2011

reste à paris





















Uma boa parte da vida pública dos transeuntes em Paris é passada em posição horizontal. A fronteira entre o espaço público e privado no que toca a dormir uma boa soneca é uma linha ténue e indefinida, sobretudo quando se camina a passos largos para a estação estival. Assim, o acto de dormir na rua foge à circunscrição infeliz da mendicidade, e é um acto democrático, legítimo e despido de pudor: a relva está lá para todos e em Paris é mais que muita. Se não vejam:












Bom descanso.